Recomendações

Recomendações para a preparação do material a ser masterizado

 

No sentido de maximizar o processo de masterização a REFERENCE solicita sua atenção nas considerações a seguir:

Deve-se evitar qualquer tipo de edição preliminar em seu material, mantendo cada música com espaço adequado tanto no início como no fim e deixando toda a extensão do decay final;

Verificar atentamente o material quanto a ocorrência de clips, cracks, estalos, etc… ou qualquer outro ruído estranho ao material musical.

Tanto fade-ins quanto fade-outs serão melhor elaborados na fase de masterização quando da utilização de editores de altíssima resolução;

É desnecessário e pouco conveniente “normalizar” o sinal de seu mix, pois todo o processo de ajuste de amplitude entre as faixas será melhor executado em contexto com as demais faixas do CD;

Deve-se evitar também a utilização da compressão geral do mix (bus-compression), pois a compressão do sinal, se necessária, será melhor executada na masterização quando da audição de todas as músicas em contexto, facilitando assim a determinação do tipo de compressão/limitação do sinal a ser utilizado em cada faixa;

Deve-se evitar fortemente conversões de sample-rate, por exemplo: de 48kz para 44.1kz, pois este tipo de conversão – quando necessária – poderá ser executado na masterização em tempo real, utilizando-se conversores D/D de altíssima precisão.

Formatos para o envio de áudio à masterização

 

1) Digital Files – (CD-ROM ISO-9660 ou MAC contendo 24 bits AIFF, SDII ou WAV files)

Dê preferência à utilização de Stereo-Interleaved Files nos seguintes formatos: AIFF, SDII ou WAV;

Solicita-se a utilização de fixed-point 24 bit format ou 32 bit floating point nos arquivos que você envia para masterização;

Sempre que possível, mantenha seus arquivos em 24/32 bits, como regra geral mantenha sempre a maior sample-rate/bits possível por todo o projeto até o arquivo final, por ex: caso o projeto tenha sido gravado em 96kz/24 bits, mantenha esta especificação na criação do seu arquivo de áudio final, sendo desnecessário e pouco conveniente fazer conversões de sample-rate ou bits.

2) DAT

A conversão de análogo para digital (A/D) é o elo mais fraco da cadeia de gravação. Dê preferência a um ótimo conversor externo pois, normalmente, os conversores A/D interno dos gravadores DAT não são os mais adequados para a tarefa. Qualquer desvio de clock na amostragem do conversor – efeito também conhecido como jitter – pode prejudicar seu programa de maneira irrecuperável;

Mantenha sempre um back-up do seu DAT, nunca enviando sua única cópia para a masterização;

A ordenação das faixas no DAT na sequência pretendida para o CD é desnecessária;

Identifique suas fitas com etiquetas e anexe uma ficha com a sequência final das músicas;

Na gravação do DAT, utilize invariavelmente fitas de ótima qualidade e deixe, pelo menos, dois minutos de espaço antes da primeira música como margem de segurança contra drop-outs. Comece a gravar, aproximadamente, 10 segundos antes do início da música e mantenha a gravação por mais 10 segundos ao final da mesma. Se possível, insira ID#s um pouco antes do início de cada música. ID#s são desnecessários no processo de masterização, mas colaboram na correta identificação de cada faixa.

3) CD-Áudio

Diversas imperfeições podem ocorrer quando da gravação do CD-Áudio. Sendo assim, recomendamos evitar este formato no envio de material para masterização.

4) Analog Tapes

5) Outros formatos

Caso seu material tenha sido mixado num formato diferente dos anteriormente relacionados, pede-se a gentileza de consultar a REFERENCE a respeito da melhor maneira de enviá-lo à masterização.